ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: SOBREPESO, OBESIDADE, OBESIDADE INTRA – ABDOMINAL, VISCERAL, CENTRAL;INTERAÇÃO ENTRE O ÍNDICE DE MASSA CORPORAL (IMC) E ADIPOSIDADE (GORDURA) CENTRAL E RISCO DE COMPROMETIMENTO COGNITIVO (MEMÓRIA, CONCENTRAÇÃO, RACIOCINIO, ETC..), E CONSEQUENTEMENTE EVOLUÇÃO PARA A DEMÊNCIA.

Há um interesse crescente dos efeitos de fatores de risco modificáveis, como a obesidade, o sobrepeso, obesidade intra central, abdominal, visceral e o prejuízo cognitivo (memória, concentração, raciocinio, etc..), e pessoas de meia idade, e idosos com demência . Na meia-idade, obesidade e mais recentemente a obesidade central, sobrepeso, obesidade, obesidade intra – abdominal, visceral, está associada a um risco a longo prazo de demência, embora essa relação não é observada em um estudo recente de sobrepeso e obesidade em idade, como fator preferencial ou obrigatório em idade avançada, especialmente em mulheres mais velhas , sobrepeso e obesidade moderada não tem sido consistentemente mostrada para ser associada com pior perfis cognitivos. 
Crítica a esta observação pode ser a localização da gordura corporal, se o excesso de gordura é distribuída de forma centralizada como na obesidade intra – abdominal, visceral ou perifericamente. O presente estudo utilizou dados com um grande grupo de mulheres, com idades entre 65-80 no início, para descrever as relações entre índice de massa corporal (IMC) e a adiposidade central, obesidade intra – abdominal, visceral, caracterizada por quadril-cintura (RCQ) e risco de comprometimento cognitivo e provável demência precoce . Entretanto como em outras doenças graves, não restam grandes dúvidas que qualquer tipo de excesso de células de gordura acima do IMC adequado, promove uma dificuldade metabólica de funcionamento orgânico, que conforme diversas pesquisas, podem levar até ao câncer mais frequentemente, do que uma pessoa com valores biométricos e antropométricos dentro de índices mais próximos do IMC considerado normais. 
O fato de mulheres no climatério e menopausa serem mais suscetíveis de apresentarem problemas metabólicos é referido pelas próprias pacientes, e pesquisas exaustivas têm confirmado, é claro que não ocorrendo a reposição ou correção hormonal.
AUTORES PROSPECTIVOS
Dr. João Santos Caio Jr
Endocrinologia – Neuroendocrinologia
CRM: 20611
Dra. Henriqueta V.Caio
Endocrinologia – Medicina Interna
CRM:28930 
COMO SABER MAIS:
1. Na meia-idade, obesidade e a obesidade central, sobrepeso, obesidade, obesidade intra – abdominal, visceral, está associada a risco a longo prazo de demência?
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2. Pode ocorrer demência precoce em casos de obesidade e descontrole hormonal?
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3. No climatério a perda de peso é mais difícil ?
http://metabolismocontrolado.blogspot.com
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Referências bibliográficas:
Diana R. Kerwin MD; Sarah A. Gaussoin MS; Rowan T. Chlebowski MD, PhD; Lewis H. Kuller MD, Dr PH; Vitolins Mara Dr Ph; Coker Laura H. PhD; Kotchen M. Jane MD, PhD Nicklas Barbara J. ; PhD Sylvia Wassertheil-Smoller, Raymond G. Hoffmann PhD, Marcos A. Espeland PhD.
2011/02/23; J Am Soc Geriatr. 2011, 59 (1) :107-112.
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ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: QUANTIFICANDO AS CONSEQUÊNCIAS ECONÔMICAS DO SOBREPESO, OBESIDADE, OBESIDADE ABDOMINAL, INTRA-ABDOMINAL, CENTRAL, VISCERAL NA INFÂNCIA E BENEFÍCIOS POTENCIAIS DAS INTERVENÇÕES PRECOCES.

Esta avaliação analisa os dados que quantifica os serviços de saúde e os custos por categoria. Foram usados métodos amplamente aceitos sobre a saúde econômica para quantificar os custos adicionais e a utilização atribuível ao índice de massa corporal (IMC) elevado em crianças. Há limites importantes a considerar para os políticos, médicos e outras pessoas que possam utilizar estes dados de forma isolada para quantificar a poupança econômica e outros benefícios para quantificar a relação custo-eficiência e custo-benefício dos perfis ambientais, atividade física, dieta ou intervenções farmacológicas para prevenir ou tratar o sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, intra-abdominal, central, visceral na infância. 
Os benefícios da prevenção da obesidade na infância deve ser considerada, a longo prazo. A obesidade é uma das principais causas de morbidade entre crianças, no mundo todo. Diabetes, escorregamento epifisário femoral (escorregamento da cabeça do fêmur), doença da vesícula biliar e apnéia obstrutiva do sono são algumas das condições associadas à obesidade na infância.  Até recentemente, foram feitas poucas avaliações quantificando o impacto da obesidade sobre a utilização de cuidados de saúde e gastos durante a infância. Foi visto que, as crianças que apresentavam IMC aumentado, nos serviços de pediatria gastavam US$ 172 dólares mais as despesas anuais de saúde que as crianças gastam quando têm IMC normal. Uma análise de despesas médicas identificou que crianças com sobrepeso, segundo a definição da Associação Médica Americana de Peritos e outras associações americanas, como crianças com IMC pouco mais elevado para idade e sexo, tinham despesas anuais totais de saúde, de cerca de  US$ 180 a mais do que as crianças com um IMC normal, enquanto que as crianças obesas, ou crianças com IMC maior ainda para idade e sexo, tinham US$ 220 a mais de gastos, em média. 
Os componentes de utilização de cuidados de saúde que contribuem para este aumento dos custos estão sendo cada vez mais compreendidos. As maiores despesas foram as que ocorreram com a hospitalização de crianças com diagnóstico de obesidade. Utilizando-se dados de 2001 a 2004, observou-se que os gastos com medicação, atendimento ambulatorial e os custos de emergência que podem ser atribuído à elevação do IMC em crianças foi de US$ 2,9 bilhões.
AUTORES PROSPECTIVOS
Dr. João Santos Caio Jr
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Como Saber Mais:
1. Avaliação sobre a saúde econômica para quantificar os custos adicionais e a utilização atribuível ao índice de massa corporal (IMC) elevado em crianças?
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2. Os benefícios da prevenção da obesidade na infância devem ser considerados, a longo prazo?
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3. Diabetes, escorregamento epifisário femoral (escorregamento da cabeça do fêmur), doença da vesícula biliar e apnéia obstrutiva do sono são algumas das condições associadas à obesidade na infância?
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Referências Bibliográficas:
Hampl et al., Estabrooks  and Shetterly,  Trasande e Chatterjee, Farmacoeconomia Expert Rev Res resultados. 2011, 11 (1) :47-50. 2011/03/07.
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ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: NUTRIÇÃO O INICIO PARA O EMAGRECIMENTO, FICANDO A DISTÂNCIA DE QUALQUER TIPO DE OBESIDADE. A COMPULSÃO POR DOCE PODE SER EVITADA COM UMA DIETA E NUTRIÇÃO ADEQUADA, UMA VEZ QUE O ORGANISMO PRECISA DE TODOS OS TIPOS DE ALIMENTOS QUE CONTENHAM OS NUTRIENTES, VITAMINAS E MINERAIS ADEQUADOS PARA SEU BOM FUNCIONAMENTO.

O consumo compulsivo de doces está ligado a problemas psíquicos e orgânicos. Compulsão por doces é uma vontade quase irresistível de comer doces; a voracidade por bombons pode ser tão doentia quanto à dependência do álcool ou drogas. A ingestão de doces geralmente é para compensar algum problema ou melhorar o humor de quem sofre da compulsão. Mas, depois, irremediavelmente, os devoradores de doces começam a ter pesadelos com a balançaNos consultórios as queixas são conhecidas. Se a pessoa foi gorda, o consumo de doces é seguido de complexo de culpa e de recriminações sobre a falta de força de vontade.
Como muitas pessoas, com transtornos alimentares parecem também sofrer de depressões, acredita-se que pode haver uma relação entre estes problemas. Afirma-se que a compulsão pode ser uma adaptação do organismo para suprir a deficiência de serotonina, um  dos neurotransmissores    responsáveis        pela      comunicação entre os neurônios. Estudos recentes mostraram que as pessoas que sofrem de um desequilíbrio no sistema Serotonina/ Noradrenalina, têm uma disfunção alimentar ligada a distúrbios NEUROENDOCRINOLOGISTA. 
A serotonina também interfere no estado de humor e na sonolência; quando há uma diminuição dessa substância no cérebro, a pessoa sente necessidade de ingerir açúcar. Mas é possível comer sem culpa, desde que haja um mínimo de autodisciplina. Todo mundo sabe que o regime ideal requer um pouco de cada alimento, como as verduras, carnes, frutas, legumes e cereaisA alimentação ideal deve ter 55% de carboidratos, 30% de gorduras e 15% de proteínas. Com esta proporção, os carboidratos ou açúcares deixam de ser os grandes vilões e os culpados pela cintura grossa. Assim, quando alguém devora um bolo ou um sorvete de creme não vai ganhar uns quilinhos apenas por causa do açúcar, mas também pela manteiga, leite e creme da mistura.
Segundo endocrinologistasnutricionistas, é uma maneira de compensar um hábito introduzido desde a infância: as mães costumam adoçar o leite das mamadeiras; quando a criança é bem comportada, ganha um refrigerante; à partir da adolescência, os namorados se presenteiam com bombons. O doce adquire assim, um significado afetivo na maioria das famílias. E ao haver uma carência de afeto, a compensação pode ser buscada no próprio doce. Uma manobra interessante é a pessoa tentar ingerir mais vegetais, como os espargos, que diminuem esta vontade de atacar a geladeira. Quem tem uma vontade incontrolável de comer doces e não é diabético(diabetes mellitus), pode optar por compotas de frutas ou outros doces sem gordura em pequenas quantidades e assim, além de não ficar com consciência pesada, ao se olhar no espelho , irá se identificar com sua imagem.
O importante é driblar esta vontade, com frutas, doces dietéticos, exercícios físicos que aumentam a serotonina( substancia produzida por receptor neurológico,que da a sensação de prazer) aumentando sensação de bem estar. Porém, quando a situação for difícil de contornar, um profissional especializado, pode ser de ajuda para o paciente, para o tratamento de distúrbios da ansiedade que podem estar associados a este quadro (ENDOCRINOLOGISTA).
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1.A alteração de peso pode ter o  risco de desenvolver pressão alta e problemas cardiovasculares independente da síndrome metabólica? 
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2. O resveratrol retarda o envelhecimento ele pode ajudar também no emagrecimento?
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3. Qualidade de vida é apenas alimentação saúdavel e uma vida regrada ao médico? 
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Int J Obes Relat Metab Disord Dulloo AG, Jacquet J, JP Montani . Departamento de Medicina Fisiologia Universidade de Fribourg, na Suíça.
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ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: OBESIDADE COMO EPIDEMIA MUNDIAL EM SUAS DIVERSAS FORMAS, COMO: SOBREPESO, OBESIDADE, OBESIDADE INTRA ABDOMINAL, VISCERAL, CENTRAL, HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA, E DEMAIS DISFUNÇÕES METABÓLICAS E A REFLEXÃO POSITIVA DOS GOVERNANTES PENSANDO MAIS NA MEDICINA PREVENTIVA QUE SEM DÚVIDA É DE MENOR CUSTO.

A obesidade tem aumentado para níveis epidêmicos nos EUA , Brasil e de acordo com a Organização Mundial de Saúde – OMS, em praticamente todo o mundo, no que o Instituto de Saúde Americano concorda “ipsis literis”. Ela causa problemas de saúde devastador e caro, reduz a expectativa de vida, e está associado a estigma e a discriminação. Uma multidão de fatores provavelmente contribuem para a obesidade, a partir de características biológicas inerentes e variável de cada Ser Humano, que diferem entre os indivíduos levando ao aumento de massa corporal.
Entre os fatores mais visíveis deste desastre progressivo, temos fatores ambientais e sócio econômicos que são de extrema importância, os fatores comportamentais – estilo de vida que colaboram inquestionavelmente com o grave problema e sem dúvida que outros fatores também podem ter influências na fisiologia molecular, e situações como o meio ambiente não podem ser esquecidos. Assim, os diversos esforços de vários órgãos federais e organizações públicas e privadas nos Estados Unidos, Europa, Brasil e demais países que sentem no bolso o tamanho do furo financeiro que representa esta epidemia para todos e serão valiosos no trabalho para reduzir a obesidade.
Nestes dias de reflexão o governo Brasileiro tomou uma atitude corajosa, no sentido de oferecer gratuitamente através da Farmácia Popular, medicação a custo zero para as doenças como Diabetes Méllitus e Hipertensão Arterial, e porque isto envolve a obesidade de forma contundente? O Diabetes Méllitus em 90 % dos casos é do Tipo 2, e apenas 10% Diabetes Méllitus Tipo1, desde a fase infanto-juvenil.
Ocorre que o fator gatilho do Diabetes Tipo 2 é justamente a obesidade em sua diversas formas; sobrepeso, obesidade, obesidade intra-abdominal ou visceral ou central e é claro da Hipertensão Arterial Sistêmica que é irmã gêmea do Diabetes Méllitus tipo 2, que por sua vez comprometerá colesterol e frações, através da Aterosclerose, Artérioesclerose e demais moléstias Cardiovasculares. A medicina preventiva realmente é o bom senso.
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1. A Obesidade associado à outra doença, tal como a Hipertensão Arterial Sistêmica é um fator agravante?
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2. Qual a relação entre o IMC e a Obesidade?
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3. Qual o risco da Diabetes Mellitus Tipo2?
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Referências Bibliográficas:
Ministério da Saúde do Brasil – Programa da Farmácia Popular, fev.2011,
Scientific American, Fev 2011 USA
David H. Freedman , USA
Nia S Mitchell et AL- set,23,2010 USA
ADA – American Diabetes Association – USA
SBEM – Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia – Brazil
Associação Brasileira de Diabetes.
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ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: O SOBREPESO, OBESIDADE ABDOMINAL, INTRA-ABDOMINAL, CENTRAL, VISCERAL É UM ENORME PROBLEMA DE SAÚDE PÚBLICA NO MUNDO TODO E NAS CRIANÇAS E ADOLESCENTES TÊM SIDO ESPECIALMENTE OBSERVADOS QUANTO A ESCOLHA DO FAST-FOOD E COMO ELES E SEUS PAIS REAGEM À PRESENÇA DO RÓTULO COM O TOTAL DE CALORIAS NO PRODUTO.

O sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, intra-abdominal, central, visceral é um enorme problema de saúde pública no mundo todo e as crianças e adolescentes têm sido especialmente observados nesta questão. Uma preocupação notável é o consumo de fast-food feito pelas crianças e adolescentes. No entanto, sabemos muito pouco sobre como as crianças, os adolescentes ou os pais fazem as escolhas de fast-food, incluindo a forma como eles reagem às calorias obrigatórias descritas nos rótulos. Foram examinadas as escolhas de fast-food de crianças e adolescentes, e a influência das calorias obrigatórias descritas nos rótulos, em comunidades de baixa renda e em cidades de regiões demográficas diferentes. As observações foram efetuadas, antes e depois da rotulagem obrigatória com a quantidade de calorias referente a cada produto, e foram observados quatro dos maiores redes de fast-food.
No total de crianças e adolescentes, com idades entre 1-17 anos, que visitaram redes de fast-food com seus pais (69%) ou sozinhos (31%), antes ou depois da rotulagem ser efetuada, no total 90% eram de grupos de minorias étnicas ou raciais. Não foram encontradas diferenças estatisticamente significativas, no que se referia às calorias contidas nos produtos adquiridos, antes e depois da rotulagem; muitos adolescentes disseram perceber os rótulos de calorias quando entraram no estabelecimento e outros levaram em consideração o total de calorias do produto adquirido quando fizeram o pedido (9%). Aproximadamente 35% dos adolescentes comia fast-food seis ou mais vezes por semana e 72 % dos adolescentes disseram que o sabor era o fator mais importante na hora da escolha da refeição.
Em sua maioria, os adolescentes disseram que os pais pouca influência tinham na escolha de sua refeição. Concluiu-se que, crianças e adolescentes em comunidades de baixa renda, respondem ao anúncio de calorias de forma semelhante aos adultos, embora crianças e adolescentes disseram ser ligeiramente menos sensíveis a elas que os adultos. Não foram encontradas evidências de que, a rotulagem de alimentos, influenciaram a escolha de crianças e adolescentes, ou as escolhas alimentares feitas pelos pais para as crianças nesta população. Será que devemos deixar estes hábitos para nossos filhos? É este mundo que será nosso legado para os que virão ?
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1. O sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, intra-abdominal, central, visceral é um enorme problema de saúde pública no mundo todo e as crianças e adolescentes têm sido especialmente observados nesta questão?
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2. Sabemos muito pouco sobre como as crianças, os adolescentes ou os pais fazem as escolhas de fast-food?
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3. Em sua maioria, os adolescentes disseram que os pais pouca influência tinham na escolha de sua refeição?
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Referências Bibliográficas: 
B Elbel, Gyamfi J e Kersh R, New York University School of Medicine, New York, NY, EUA, New York University School Wagner de Serviço Público, New York, NY, EUA, International Journal of Obesity (2011) 35, 493-500, doi: 10.1038/ijo.2011.4, 15 de fevereiro de 2011.
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